quarta-feira, agosto 22, 2007

Em 20 anos, andróides farão tarefas domésticas


Pesquisadores japoneses trabalham para tornar realidade uma Sociedade na qual os robôs convivam com os seres humano e realizem tarefas simples no lar, como acender a luz, carregar as compras e fazer a limpeza.

O grande desenvolvimento tecnológico e a descoberta de novos materiais de construção permitirão que, dentro de apenas algumas décadas, haja robôs capazes de entender, analisar e realizar tarefas rotineiras, para tornar o dia-a-dia mais fácil.

"Em 20 ou 30 anos os andróides estarão preparados para realizar tarefas úteis ao ser humano", afirmou Shu Ishiguro, da empresa japonesa Robot Laboratory.

Para tornar este futuro possível, milhares de pesquisadores japoneses trabalham com a intenção de dar vida aos romances de ficção-científica e aos personagens das histórias de mangá como "Astro Boy", robô infantil com poderes especiais que foi ídolo dos meninos japoneses dos anos 60, que agora são engenheiros e cientistas.

O Japão conta com cerca de quatro mil pesquisadores no campo da robótica, que trabalham na melhora dos sistemas de produção industrial, embora cada vez haja mais dispositivos voltados para o uso da sociedade.

Em 2005, foram produzidos 108 mil robôs no Japão no valor de 656,5 bilhões de ienes (US$ 5,5 bilhões), embora os analistas estimem que o volume de negócio interno alcançará 8 trilhões de ienes (US$ 67,8 bilhões) em 2025.

Ishiguro não hesita em afirmar que "o Japão lidera a pesquisa mundial do setor" mas afirma que, "hoje em dia, os objetivos da robótica passam pela aplicação da tecnologia às máquinas existentes, como carros ou eletrodomésticos".

Uma das áreas da robótica mais avançadas no país é a destinada a máquinas de resgate de pessoas em situações extremas, como um grande terremoto, e existem protótipos em forma de serpente e lagarta que estariam à disposição das equipes de salvamento em apenas dois anos.

Uma das tarefas mais importantes dos cientistas japoneses no momento é aperfeiçoar o processamento de dados obtidos de sensores visuais e sonoros.

Caso fosse fabricada hoje uma réplica do famoso robô do filme "O Exterminador do Futuro", ela teria mais força, visão e precisão de movimentos que o ser humano, mas o cérebro de uma criança de três anos, problemas auditivos e falta de habilidade para correr ou saltar, de acordo com Ishiguro.

Um andróide semelhante se transformaria em um objeto doméstico, incapaz de compreender o que acontece a seu redor e, portanto, inútil para ajudar nas tarefas rotineiras. "Vão se passar anos até que as máquinas entendam o ser humano em uma conversa normal e reajam em conseqüência", afirma.

No entanto, assim que este nível for alcançado, o caminho em direção a um robô de companhia ou doméstico será mais simples. O andróide poderia se transformar em um computador central do lar, conectado à internet e a dispositivos eletrônicos da casa que funcionariam em rede, e responderia às ordens do dono para colocar uma música ou carregar as compras, por exemplo.

Mas a chegada deste tipo de robô à vida do homem não estará isenta de obstáculos, que vão além das possibilidades de se criar ou não um andróide. "Segurança e privacidade se tornarão um problema, já que os robôs viverão muito próximos ao homem e acumularão muitos dados sobre os donos", disse Ishiguro.

Além do robô doméstico, a tecnologia abriria caminhos para carros com piloto automático, capazes de transportar o passageiro ao destino desejado sem que ninguém conduza o veículo.

"Tecnologicamente, isto seria possível em cinco anos, mas existem inconvenientes legais, como em caso de acidente. Quem seria o responsável? O passageiro ou o fabricante do automóvel?", pergunta o pesquisador.

Orkut perde popularidade e sai do ranking das redes sociais

Site de relacionamentos fica de fora da lista com as 10 maiores redes, segundo Nielsen/NetRatings

No mesmo dia em que o site de relacionamentos Orkut muda de "cara" pela terceira vez desde a criação, em 2004, uma pesquisa da Nielsen/NetRatings mostra que sua popularidade não é mais tão grande quanto no início. O site do Google deixou alista das 10 maiores redes sociais do mundo.
Quem lidera é o MySpace.com, com 61,2 milhões de usuários nos EUA, seguida por Facebook (19,5 milhões) e Classmates Online (12,6 milhões). Está na frente do Orkut até o Club Penguin, um metaverso em 3D utilizado apenas por crianças.

O Google está na liderança entre os blogs e sites de vídeos compartilhados. O Blogger tem 30 milhões de acessos, contra 10 milhões do TMZ.com, segundo colocado. E o YouTube é líder absoluto, com 55 milhões de visitantes, quase o triplo do rival MySpace Videos, com 17 milhões.

Confira as dez maiores redes sociais, segundo o Nielsen NetRatings:

1 - MySpace.com61,2 milhões de usuários

2 - Facebook19,5 milhões de usuários

3 - Classmates Online12,6 milhões de usuários

4 - Windows Live Spaces8,8 milhões de usuários

5 - AOL Hometown7,2 milhões de usuários

6 - Reunion.com4,0 milhões de usuários

7 - Club Penguin4,0 milhões de usuários

8 - LinkedIn3,9 milhões de usuários

9 - AOL People Connection3,7 milhões de usuários

10 - Buzznet.com3,3 milhões de usuários

sexta-feira, agosto 03, 2007

Imagens de Marabá



## Praia do Tucunaré - encanto à luz do sol!##

Artigo avalia futuro do jornal impresso



Renato Cruz, jornalista do jornal Estado de São Paulo faz uma leitura interessante sobre artigo norte americano que versa sobre o futuro dos jornais impressos. Tomo a liberdade de transcrever na íntegra:


Adeus aos jornais

O New York Review of Books (em inglês) traz um artigo interessante sobre a crise dos jornais. A perda de faturamento para a internet é um fator importante, mas o principal problema é a perda de relevância do impresso. A visão de que o jornal tem um compromisso com a sociedade está se perdendo.
A compra do Wall Street Journal por Rupert Murdoch, segundo o texto, aponta para um futuro ruim para jornalistas em toda a parte. O Journal pratica um jornalismo "de alta qualidade e alto custo", e o controle familiar protege a publicação das pressões do mercado.
No novo cenário, a rentabilidade deixa de ser uma forma de garantir que o jornal cumpra seu papel de discutir as grandes questões da sociedade, e passa a ser um fim. O autor do artigo lembra que, depois de colocar uma placa "Tudo está à venda" na vitrine, o próximo passo do lojista é muitas vezes encerrar operações.
Com essas palavras de otimismo, este blog oferece uns dias de descanso ao leitor e volta em 2 de agosto.


www.renatocruz.com

sexta-feira, julho 20, 2007

ACM integra lista dos homens públicos que fizeram história no Brasil


Um dos maiores políticos brasileiros a partir da segunda metade do século 20, Antonio Carlos Magalhães figura, na lista dos homens públicos que fizeram história no Brasil, ao lado de nomes como Luiz Viana Filho, Juracy Magalhães, João Mangabeira, Ulysses Guimarães, Miguel Arraes, José Sarney, Tancredo Neves, Thales Ramalho e Leonel Brizola. Foi talvez, depois de Rui Barbosa, o maior político baiano de todos os tempos.
Polêmico, colecionador tanto de amigos quanto de inimigos, soube encarnar como poucos a cultura baiana. Criticado por todos os lados, transitou com facilidade da amizade com o compositor Caetano Veloso, passando por uma afável convivência com o comunista Fernando Santana (ex-deputado federal), até o exclusivo respeito dos maiores líderes do candomblé baiano. Nenhum outro homem público soube, como ele, encarnar o sincretismo religioso da Bahia.
Apesar de destacar-se desde os tempos de estudante, fortaleceu-se politicamente durante o regime militar brasileiro. Foi durante esse período que exerceu mais poder, sabendo depois adequar-se a fim de transitar preservando seu prestígio na democracia. Sua primeira morte, como ele mesmo dizia, aconteceu em 1998, quando enterrou o filho Luís Eduardo Magalhães, a quem desejava ver no Palácio do Planalto.
Nomeado em 1975, por Ernesto Geisel, presidente da Eletrobrás, conduziu nessa empresa a meta de suprir a carência de eletrificação rural do país. Iniciou a hidrelétrica de Itaparica no Rio São Francisco e tornou possível a execução do primeiro complexo petroquímico planejado do país, no município de Camaçari, a 50 quilômetros de Salvador, hoje com mais de 60 empresas químicas e petroquímicas.
Também em Camaçari, em 1999, conseguiu instalar um complexo automobilístico da Ford, consolidando ali a integração do segmento petroquímico com a industria de transformação. Esse pólo industrial resultou de uma briga fiscal. A Ford tinha contratado a localização da fábrica no Rio Grande do Sul, mas o governo gaúcho quis rever os termos da negociação. A Ford ameaçou transferir o projeto para outro estado. Antes de desfazer-se o impasse, Antonio Carlos Magalhães conseguiu atrair o projeto para a Bahia.
Aproveitar oportunidades foi a maior característica de Antonio Carlos Magalhães. Na agonia do regime militar, quando o brigadeiro Délio Jardim de Mattos, na inauguração do aeroporto de Salvador, fez um discurso atacando os dissidentes do regime que apoiavam a candidatura oposicionista de Tancredo Neves, Antonio Carlos fez uma nota violenta contra o governo, dizendo que traidor era quem apoiava Paulo Maluf para suceder João Baptista Figueiredo no poder.
Com essa atitude, Antonio Carlos Magalhães qualificou-se como um dos principais apoios da candidatura Tancredo Neves e do processo de redemocratização do país. Ele conseguiu ser influente em todos os governos que se seguiram ao regime militar, com exceção do governo de Itamar Franco e do governo de Luiz Inácio Lula da Silva a partir de 2005. Nenhum político da historia recente do país talvez tenha revelado tanto senso de oportunidade e sido, ao mesmo tempo, tão ousado para atingir seus fins.
No ano 2000, horas antes da votação em que os senadores acabariam cassando o mandato do então senador Luiz Estevão (PMDB-DF), foi acusado de ter ordenado a violação do painel de votações do Plenário. Pressionado pelas investigações conduzidas por uma comissão parlamentar de inquérito (CPI), renunciou ao mandato de senador para não ser cassado. Foi também um homem que marcou sua carreira organizando dossiês e ameaçando adversários com denúncias de corrupção. Era um estilo de fazer política.
Presença marcante em Plenário, Antonio Carlos Magalhães sempre participou dos grandes debates políticos e suas intervenções eram aguardadas com expectativa por parte dos senadores e do conjunto da mídia credenciada na Casa. Foi responsável por várias iniciativas, como a criação do Fundo de Combate à Pobreza, um programa que não conseguiu se firmar, e autor de muitos projetos, abrangendo sobretudo as áreas da Justiça e da segurança pública. Na presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), teve papel relevante na tramitação de matérias que acabaram se convertendo em lei.
Antonio Carlos Magalhães nasceu em 4 de setembro de 1927, em Salvador (BA). Era casado com Arlete Maron de Magalhães, com quem teve quatro filhos. Formou-se médico em 1952 e, por muitos anos, foi redator do jornal Estado da Bahia. Em 1954, elegeu-se deputado estadual pela UDN. Elegeu-se deputado federal em 1958, reelegendo-se em 1962 e 1966. Em 1967, foi nomeado prefeito de Salvador. Também por nomeação assumiu o governo da Bahia de 1971 a 1975.
Em novembro de 75, foi nomeado por Geisel presidente da Eletrobrás, passando também a integrar o conselho de administração da Itaipu Binacional. Em 1979, voltou ao governo do seu estado por nomeação, ficando no cargo até 1983, quando, na agonia do regime militar, resolveu apoiar a candidatura Tancredo Neves e ajudar a fundar o PFL (hoje DEM), o partido que, junto com o PMDB, deu sustentação à redemocratização do país.
Em 1985, morto Tancredo Neves, assumiu o ministério das Comunicações no primeiro governo que sucedeu o regime militar, o de José Sarney, de quem foi grande amigo. Ali ficou até 1990, quando voltou ao governo, desta vez por eleição direta. Em 1994 e em 2002, elegeu-se senador. Nos biênios 1997/1999 e 1999/2001, presidiu o Senado, assumindo interinamente a Presidência da República de 15 a 22 de maio de 1998. Seu último cargo no Senado foi a presidência da CCJ, onde atuou até momentos antes de seguir para o Incor.
São suplentes de Antonio Carlos Magalhães o seu filho Antonio Carlos Magalhães Júnior e Elio Correia de Mello.

Distrito industrial ganha mais uma siderúrgica


O Distrito Industrial de Marabá (DIM) reforça o seu potencial de produção a partir da manhã desta sexta-feira, dia 20, quando entra em operação o primeiro alto-forno da Marabá Gusa Siderúrgica Ltda, ou Maragusa. Enquanto inicia a sua participação nesse competitivo mercado, a nova empresa do Grupo Leolar já trabalha a construção do segundo forno, aproveitando toda a mão-de-obra já utilizada na unidade 1. São esperadas para a solenidade de inauguração oficial da siderúrgica neste sábado, autoridades políticas como deputados, prefeitos e até a governadora Ana Júlia Carepa, além de representantes de entidades empresariais e fornecedores da Leolar.
A capacidade inicial de produção será de 400 toneladas de ferro-gusa ao dia, com forno de 163 metros cúbicos, empregando de 250 operários na área industrial. A siderúrgica tem sua própria área de reflorestamento com plantio de eucaliptos em 2.200 hectares para garantia futura. Enquanto isso, um acordo com a Cikel, garante até 2015, o carvão com comprovação de origem.
Outra novidade no tocante à preocupação ambiental deve gerar mais postos de empregos, acredita a diretoria da empresa. Trata-se da Maragusa Reflorestadora, que deverá empregar mulheres no manuseio de mudas.
A Maragusa também inicia atividades com a implantação do selo de qualidade Iso 9001, que diz respeito à Gestão de Qualidade e iniciará em breve o processo do Iso 14.001, para meio-ambiente.
A solenidade de inauguração está marcada para às 16 horas de sábado no próprio pátio da empresa, e os convidados serão recepcionados pelo diretor-presidente do Grupo Leolar, Leonildo Rocha e pelo diretor-administrativo Zeferino Abreu Neto.

quarta-feira, julho 18, 2007

Brasil volta a liderar o ranking da Fifa


Com o título da Copa América, a Seleção Brasileira de futebol subiu duas posições e voltou a liderar o ranking da Fifa. Mesmo com a derrota na final, a Argentina subiu mais que o campeão - três posições - e ficou na vice-liderança, apenas 24 pontos atrás do Brasil.

Além de boas campanhas no torneio disputado na Venezuela, as duas seleções sul-americanas foram beneficiadas por uma desvalorização de 50% dos resultados da Copa do Mundo de 2006, que fez com que Itália, França e Alemanha perdessem muitos pontos.
A seleção mexicana também subiu e voltou a estar entre as dez melhores equipes no ranking, depois do vice-campeonato da Copa Ouro e do terceiro lugar na Copa América.
O Brasil não liderava a classificação da Fifa desde dezembro de 2006.
Confira a classificação das dez melhores seleções:


1. Brasil - 1500 pontos

2. Argentina - 1476

3. Itália - 1368

4. França - 1357

5. Alemanha - 1311

6. Holanda - 1195

7. Croácia - 1192

8. Portugal - 1146

9. Espanha - 11441

0. México - 1142

Dois "chips" GSM no mesmo celular

Sim, é possível usar dois chips no mesmo celular, através de um adaptador que, além de acomodar os dois chips, habilita no aparelho um programa para a seleção do chip a ser usado. Dá um certo trabalho (conforme o caso), justificando a receita de bolo abaixo.
Em telefonia celular GSM, o nome técnico do que nós chamamos de "chip" é SIM Card. Adaptadores que permitem usar dois SIM Cards num aparelho só são conhecidos como "Dual Sim Card Adapter". Com estas informações fica mais fácil encontrar o adaptador (por exemplo, buscando por "dual sim" no Mercado Livre). Os preços hoje giram em torno de R$ 50 (nos EUA, US$ 15 é um valor comum).
Existem (até onde sei) dois tipos de adaptador. Os mais fáceis de usar são os que integram os dois chips em um "sanduíche". Infelizmente, nem todos os celulares dispõem do espaço físico para encaixar o conjunto, o que levou ao surgimento de modelos em que você recorta a parte central do chip (que é o chip propriamente dito, o resto é só plástico) e encaixa no adaptador.
Recomendo o primeiro tipo (cortar o chip é trivial, mas requer um certo sangue-frio) - só é preciso verificar se o seu celular é compatível (os leilões dos adaptadores costumam listar os aparelhos que funcionam). O meu Nokia 6600 é um dos que não possuem a folga para o sanduíche, não me deixando muita escolha.
A operação de corte não é difícil: o adaptador vem com adesivos em forma de SIM Card, que têm o desenho do buraco. Você cola o adesivo, respira, evoca seus orixás e mete a tesoura na linha pontilhada. É quase indolor.
Depois de recortados, os chips são encaixados na placa, e uma presilha de metal é adaptada a ela. As fotos mostram o adaptador e a presilha, os chips recortados (já encaixados no adaptador) e o conjunto depois de encaixar a presilha (frente e verso):


Uma vez feito isso tudo, é só colocar no aparelho. Com o meu adaptador, aparece um programa "Aut", que permite escolher entre os dois SIMs e configurar opções de exibição do nome do SIM/operadora e outros detalhes enigmáticos (o inglês dos menus só perde para o do folheto de instruções, como é comum em produtos chineses do gênero).
É importante notar que apenas um chip fica ativo por vez, i.e., para usar o outro é preciso alternar pelo menu. Esta operação faz um "soft reset" no celular (o que é rápido em telefones comuns, mas em smartphones chega a irritar um pouco), e as ligações para o chip que está inativo caem na caixa postal. O manual diz que é possível contornar isto programando o desvio de chamada (não experimentei).
Outra coisa importante: o adaptador não remove o "SIM Block" do seu celular, i.e., se você quer usar chips de operadoras distintas (como eu fiz) é preciso primeiro desvincular o celular da operadora (os detalhes legais/técnicos do desbloqueio dependem da operadora/marca/modelo - alguns permitem desbloqueio por código, mas faça por sua conta e risco). Regra geral: se algum dos chips não funciona de antemão no aparelho, o adaptador não resolve a situação.
Caso você queira reverter a operação (e usar os chips separadamente), o adaptador acompanha dois suportes plásticos. Basta encaixar neles os chips recortados e você pode usá-los como fazia antes (a menos, claro, do aspecto estético - meio indiferente, já que o chip fica o tempo todo dentro do aparelho).
Fiz a brincadeira motivado pelas tarifas da outra operadora (e, claro, pela experiência macabra). Mas imagino pelo menos duas aplicações populares: economizar em interurbano (quando a pessoa viaja muito entre duas cidades, usando um chip para cada operadora local) e ter um "telefone secreto" (já que, com as opções de display apropriadas, o único vestígio na interface é a opção "Aut", enterrada no fundo dos menus do celular).

terça-feira, maio 29, 2007

"Pânico" bate recorde de audiência e entrevista Sílvio Santos


O programa "Pânico", exibido pela RedeTV!, ficou 19 minutos em segundo lugar na audiência no domingo (27), de acordo com dados consolidados do Ibope. Com média de 9 pontos, o programa conseguiu atingir pico de 15,9, quando exibia a entrevista feita com Silvio Santos nos Estados Unidos.

O programa de ontem bateu a marca de 15,7, alcançada em 2005 no quadro "Sandálias da Humildade", com o apresentador Jô Soares.
Na semana que vem, o programa apresentará outra entrevista inédita com o dono do SBT. A turma do "Pânico" encontrou Silvio Santos na calçada da fama em Hollywood.
"Foi uma coincidência incrível. Depois de conseguirmos a entrevista na porta do hotel em que ele estava [exibida no último domingo], encontramos o Silvio, sem querer, enquanto gravávamos uma matéria", disse o humorista Rodrigo Scarpa, que interpreta o Repórter Vesgo.

Polêmica Silvio Santos
Silvio Santos deve assinar nesta quinta-feira (31) o contrato que permitirá a Ceará continuar imitando o apresentador.
Conforme o próprio Silvio disse no programa "Pânico", o contrato deve ser semanal e será automaticamente renovado, desde que o programa consiga toda semana cinco donativos para ajudar o Retiro dos Artistas. Valores ainda não foram estipulados.


"Silvio colocou a gente em uma enrascada", diz Scarpa. "Ainda estamos estudando como vamos conduzir a arrecadação. Mas, por enquanto, se um cara der 'deizão' já paga."
Também nesta quinta, a turma do "Pânico" grava o programa "Qual É a Música?", do SBT. O repórter Ceará irá como Silvio Santos.

sábado, maio 12, 2007

Mãe (Mário Quintana)

Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.
Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!

“Monaco Senna Celebration”


Homenagem aos 20 anos da primeira vitória do piloto em Monte Carlo


Em 31 de maio de 1987, Ayrton Senna vencia o Grande Prêmio de Mônaco, a primeira de uma série de seis vitórias (incluindo cinco seguidas). Um recorde ainda não superado. Vinte anos depois, o Principado de Mônaco comemora a data homenageando o tricampeão mundial de Fórmula 1 com a exposição “Monaco Senna Celebration”, que acontece de 19 a 27 de maio, no Fairmont Monte Carlo.

O evento é patrocinado pela Honda, Hublot, Segafredo Fairmont e Rádio Montecarlo. Toda a arrecadação obtida com a bilheteria e com um leilão inédito de capacetes e outros objetos de pilotos da Fórmula 1, além de um relógio Hublot, produzido especialmente para o evento, será revertida aos projetos educacionais do Instituto Ayrton Senna. Há 13 anos, a organização desenvolve, no Brasil, programas de educação com foco no desenvolvimento humano e já atendeu, desde então, a cerca de 7 milhões de crianças e jovens em 25 Estados do país.

Parte do valor arrecadado no leilão será revertida ao IBK (Instituto Barrichello Kanaan).

Segundo os organizadores, o objetivo da exposição é fazer um tributo ao excepcional piloto Ayrton Senna, destacando especialmente sua atuação e sua relação com o circuito de Mônaco.

Na exposição, os visitantes poderão relembrar a história de Senna por meio de fotos, objetos, vídeos, capacetes, troféus e carros, pontuando ano a ano a trajetória brilhante do hexacampeão de Mônaco.

Para abrilhantar a homenagem, os organizadores convidaram especialistas de diversas áreas para a produção do evento. A cenografia, de Christophe Arnoux, recriará os símbolos do mais glamuroso Grand Prix do circuito mundial, e levará os visitantes a percorrer uma trilha na qual poderão acompanhar as conquistas de Ayrton Senna e a relação do piloto com o Principado de Mônaco, com a apresentação dos fatos em ordem cronológica.

O jornalista Lionel Froissart, autor de dois livros sobre Senna, e seu amigo pessoal, participa como consultor editorial. Diversos fotógrafos, especializados em F1 cederam seus acervos para a exibição, como Bernard Asset, Paul-Henri Cahier e Jean-François Galeron. Jô de Raco (Samipa), produtor das imagens do Grand Prix de Mônaco por vários anos, colabora com filmes excepcionais, incluindo alguns trabalhos inéditos.

No dia 25 de maio, Viviane Senna, irmã de Ayrton e presidente do Instituto Ayrton Senna, participará de um jantar de gala e, juntamente com o Príncipe de Mônaco, Albert II, irá inaugurar uma placa em homenagem ao tricampeão de F1.

Para mais informações, acesse http://www.monacosennacelebration.com/

sexta-feira, maio 11, 2007

FUNTELPA/TV LIBERAL Inquérito foi concluído

Convênio deve ser anulado em 30 dias

O convênio assinado entre a Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa) e a TV Liberal deve ser anulado definitivamente nos próximos 30 dias, após a publicação de uma portaria no Diário Oficial do Estado. A conclusão é da comissão administrativa criada para apurar indícios de irregularidades no documento. O relatório final está pronto e foi entregue à presidente da fundação, Regina Lima, para homologação. O relatório aponta que “houve fraude à licitação e que, portanto, o convênio deve ser rescindido unilateralmente”, isto é, independente da outra parte envolvida. Pelo acordo, a TV Liberal poderia utilizar 78 canais da Funtelpa para retransmitir a programação da Rede Globo em cidades do Pará. A emissora estatal ainda tinha de pagar, mensalmente, a manutenção de serviços para a TV Liberal. O valor da última fatura - de janeiro -, corrigido pelo IGP, era pouco mais de R$ 461.000,00. Por recomendação da Procuradoria Geral do Estado, o pagamento foi suspenso no começo do ano. A comissão criada pela Funtelpa concluiu também que devem ser abertos processos administrativos individualizados contra os ex-gestores Francisco Cezar Nunes da Silva, que assinou o convênio em setembro de 1997; José Nélio Palheta e Ney Emil da Conceição Messias, que renovaram o acordo. “O instrumento foi reiteradamente aditado com a finalidade de reajustar o valor pago à TV Liberal e prorrogar o seu termo final constando, ao todo, 14 termos de aditamento. O último, de 29/12/2006, estendeu o seu prazo até 31/12/2007”, diz o documento. No entendimento dos membros da comissão que apurou irregularidades no convênio, a TV Liberal também deve responder processo administrativo e a Funtelpa tem de passar a ser “autora da Ação Popular que tramita na 21ª Vara Cível da capital como forma de ressarcir o Estado dos atos lesivos praticados”. Segundo a diretoria financeira da estatal, o valor pago à TV Liberal, durante a vigência do convênio, foi um pouco mais de 35 milhões de reais, sem correção monetária. Outra medida que deve ser tomada é a assinatura, entre a Anatel e a TV Liberal, de um Termo de Devolução das retransmissoras da Funtelpa. Segundo a assessoria jurídica da Fundação, a presidente Regina Lima deve acatar integralmente o resultado do trabalho da comissão de inquérito administrativo.

Comissão diz que houve fraude na negociação

Segundo apurou a comissão, o convênio fere a lei de licitação (Lei 8.666/93) quando se verificam “cláusulas que remetem à seara contratual, e nas quais se descortina a execução de um contrato de prestação de serviços remunerados, já que, por força do mesmo, a Funtelpa passou a realizar despesas com pagamento de publicidade e veiculações do governo estadual”. Em outras palavras, o convênio é fraudulento porque foi firmado entre uma empresa governamental e uma empresa privada com fins lucrativos. Além disso, conforme a assessoria jurídica da Funtelpa, no convênio os interesses têm de ser convergentes e não deve haver cláusulas de pagamento, como havia no acordo com a TV Liberal: “no caso de não pagamento pela Funtelpa do valor previsto na cláusula segunda, a TV Liberal, independente de qualquer aviso prévio ou de notificação, poderá descontinuar o serviço Libsat, e considerar rescindido o convênio”, aponta o acordo. Convênio e contrato são figuras jurídicas que apresentam pontos em comum, mas que possuem conceitos diferentes e características próprias. Contrato, por exemplo, deve ser feito mediante licitação. Convênio deve ser feito entre órgãos governamentais e ONGs, sem fins lucrativos, e só pode ser prorrogável até cinco anos. Ou seja, o acordo entre a Funtelpa e a TV Liberal nunca foi legal e só trouxe prejuízos aos cofres públicos. (Agência Pará)

PF barra bispos sem crachá na Catedral da Sé



Alguns bispos foram barrados pela Polícia Federal (PF) na entrada da Catedral da Sé. Segundo o bispo-auxiliar de São Paulo, d. Manuel Carral, houve um problema com alguns religiosos porque eles não possuem crachá de identificação. Mas, segundo ele, os crachás serviriam apenas para reconhecimento.


"Se for necessário, eu fico aqui até a entrada de todos", afirmou o bispo ao lado dos computadores da Polícia Federal, em uma das entradas da Catedral. Os bispos foram liberados em seguida.
O papa Bento XVI chegará à catedral às 16h para um encontro com os bispos. São esperados para a cerimônia cerca de 400 religiosos. (Agência Ansa)


- Foto: Luciana Bruno/Terra

quinta-feira, abril 26, 2007

Otimismo no meio jornal


Pelo menos 85% dos editores estão otimistas com o futuro dos jornais. Esse é o resultado do “Barômetro das Redações”, estudo realizado pela Zogby Internacional do Fórum Mundial de Editores em Paris e pela Reuters. O estudo foi feito com 435 editores chefes, subeditores e outros executivos da mídia de todo o planeta. 42% dos entrevistados são europeus. Os sul-americanos correspondem a 8% deles.
A pesquisa aponta que 40% dos editores acreditam que a internet será o meio mais comum de informação em 10 anos. 35% deles, porém, acreditam que a mídia impressa reinará suprema. Dois terços acreditam que opinião e análise ganharão maior importância no meio Jornal. Metade dos editores está convencida de que a qualidade do jornalismo crescerá e que acionistas e anunciantes ameaçam a independência editorial.
Os resultados completos da pesquisa podem ser encontrados no site: http://www.trends-in-newsrooms.org/articles.php?id=20.

quarta-feira, abril 25, 2007

Jornalismo deixa de ser vertical

No Blog Código Aberto, o colega jornalista Carlos Castilho, da revista Fatos & Fotos, faz uma análise interessante e inovadora sobre o papel do jornalista nos tempos atuais e a necessidade de diálogo cada vez maior com os leitores.

Como defensor desta mesma linha de pensamento, a qual eu já discutia nos tempos de faculdade, passo a reproduzir parcialmente o texto de Castilho:

“(...) Na imprensa, os comentários de leitores deixaram de ser um penduricalho modernoso e começam a tirar o sono de alguns profissionais, diante dos dilemas e desafios surgidos por conta do novo tipo de relacionamento com os consumidores de notícias.
Para quem observa rotineiramente o teor e os autores de comentários postados em weblogs e páginas noticiosas na Web brasileira fica claro que a esmagadora maioria deles contém críticas à imprensa, em graus variáveis desde a argumentação séria até o xingamento grosseiro.
Não há nada de surpreendente neste comportamento, pois a participação dos leitores está ainda na primeira infância e a maioria deles está fortemente marcada por frustrações acumuladas ao longo de anos. É normal uma reação inicial do tipo catarse que geralmente é seguida pela busca da racionalidade, caso a parte atacada consiga manter a serenidade.
Acontece que nem todos os jornalistas estão conseguindo assimilar este inédito protagonismo do público, porque nunca antes haviam se defrontado com um fenômeno desta natureza. No regime militar de 1964 a 1985, a imprensa contou com a tolerância dos leitores, mesmo sendo dócil aos militares. As pessoas sentiam-se de alguma forma solidárias com os jornalistas, por conta da censura imposta pelo autoritarismo.
Na redemocratização, o público se embriagou com a liberdade de opinião num processo que chegou ao climax no impeachment do presidente Collor, mas depois perdeu intensidade. As simpatias da época da ditadura começaram a ser substituidas pela desconfiança de que a imprensa, na verdade, possuía seus próprios interesses corporativos, que nada tinham a ver com os dos leitores.
Na virada do milênio, a internet deu ao público as ferramentas necessarias para "botar a boca no trombone" e o quadro mudou completamente. A crise do mensalão foi o pretexto para que setores do público expressassem com veemência ainda maior a desilusão com os políticos e a imprensa. Em pouco tempo, as redações e os comentaristas começarm a sentir-se patrulhados e não raro hostilizados.
O impacto está sendo grande, pode danificar currículos e deixar cicatrizes profundas, caso o problema não seja analisado de forma aberta e transparente, tanto pelos leitores como pelos jornalistas profissionais. E duas questões já estão colocadas para a reflexão e discussão:
1) A função dos jornalistas está mudando e a sua grande responsabilidade hoje já não é mais apenas contar histórias e investigar denúncias mas, também, pensar como deve ser a nova ecologia informativa da sociedade atual e oferecer aos leitores os instrumentos necessários para que eles participem da produção de notícias. A era do jornalismo vertical acabou e a agora os profissionais terão que aprender a conviver com uma nova realidade.
2) O público vai passar por um complexo aprendizado para poder assumir suas responsabilidades no novo contexto informativo criado pela internet. Os leitores dispõem hoje de ferramentas incríveis de participação informativa mas isto não pode ocultar o fato de que este protagonismo tem um custo: a aceitação de responsabilidades. O quadro é muito mais complexo, mas estes dois enfoques podem ser um ponto de partida para discutir uma possível nova parceria entre jornalistas e leitores”.

Jornalismo deixa de ser vertical

No Blog Código Aberto, o colega jornalista Carlos Cartilho, da revista Fatos & Fotos, faz uma análise interessante e inovadora sobre o papel do jornalista nos tempos atuais e a necessidade de diálogo cada vez maior com os leitores.

Como defensor desta mesma linha de pensamento, a qual eu já discutia nos tempos de faculdade, passo a reproduzir parcialmente o texto de Castilho:

“(...) Na imprensa, os comentários de leitores deixaram de ser um penduricalho modernoso e começam a tirar o sono de alguns profissionais, diante dos dilemas e desafios surgidos por conta do novo tipo de relacionamento com os consumidores de notícias.
Para quem observa rotineiramente o teor e os autores de comentários postados em weblogs e páginas noticiosas na Web brasileira fica claro que a esmagadora maioria deles contém críticas à imprensa, em graus variáveis desde a argumentação séria até o xingamento grosseiro.
Não há nada de surpreendente neste comportamento, pois a participação dos leitores está ainda na primeira infância e a maioria deles está fortemente marcada por frustrações acumuladas ao longo de anos. É normal uma reação inicial do tipo catarse que geralmente é seguida pela busca da racionalidade, caso a parte atacada consiga manter a serenidade.
Acontece que nem todos os jornalistas estão conseguindo assimilar este inédito protagonismo do público, porque nunca antes haviam se defrontado com um fenômeno desta natureza. No regime militar de 1964 a 1985, a imprensa contou com a tolerância dos leitores, mesmo sendo dócil aos militares. As pessoas sentiam-se de alguma forma solidárias com os jornalistas, por conta da censura imposta pelo autoritarismo.
Na redemocratização, o público se embriagou com a liberdade de opinião num processo que chegou ao climax no impeachment do presidente Collor, mas depois perdeu intensidade. As simpatias da época da ditadura começaram a ser substituidas pela desconfiança de que a imprensa, na verdade, possuía seus próprios interesses corporativos, que nada tinham a ver com os dos leitores.
Na virada do milênio, a internet deu ao público as ferramentas necessarias para "botar a boca no trombone" e o quadro mudou completamente. A crise do mensalão foi o pretexto para que setores do público expressassem com veemência ainda maior a desilusão com os políticos e a imprensa. Em pouco tempo, as redações e os comentaristas começarm a sentir-se patrulhados e não raro hostilizados.
O impacto está sendo grande, pode danificar currículos e deixar cicatrizes profundas, caso o problema não seja analisado de forma aberta e transparente, tanto pelos leitores como pelos jornalistas profissionais. E duas questões já estão colocadas para a reflexão e discussão:
1) A função dos jornalistas está mudando e a sua grande responsabilidade hoje já não é mais apenas contar histórias e investigar denúncias mas, também, pensar como deve ser a nova ecologia informativa da sociedade atual e oferecer aos leitores os instrumentos necessários para que eles participem da produção de notícias. A era do jornalismo vertical acabou e a agora os profissionais terão que aprender a conviver com uma nova realidade.
2) O público vai passar por um complexo aprendizado para poder assumir suas responsabilidades no novo contexto informativo criado pela internet. Os leitores dispõem hoje de ferramentas incríveis de participação informativa mas isto não pode ocultar o fato de que este protagonismo tem um custo: a aceitação de responsabilidades. O quadro é muito mais complexo, mas estes dois enfoques podem ser um ponto de partida para discutir uma possível nova parceria entre jornalistas e leitores”.

sexta-feira, abril 20, 2007

Jamata não sabe de nada!


Cacá Carvalho, ator e diretor, foi sabatinado na noite desta sexta-feira (20) no Cine Marrocos por uma platéia digna de apresentação teatral. Apesar disso, a ocasião era apenas um “bate-papo” sobre a experiência como autor. Célebre pela interpretação do personagem “Jamanta” em duas novelas do horário nobre, ele não escapou de falar sobre a teledramaturgia. Entre os presentes, muitos artistas e até crianças acompanhadas dos pais. A vinda dele foi propiciada pelo Cultura Pará, que tem apoio da CVRD.

quinta-feira, abril 19, 2007

PIRÂMIDES ESTÃO FORA DA DISPUTA DAS 7 NOVAS MARAVILHAS DO MUNDO


As pirâmides de Gizé foram retiradas de uma competição na internet para escolher as novas sete maravilhas do mundo -- entre os candidatos está o Cristo Redentor --, mas a ira do chefe de antigüidades do Egito com a inclusão do monumento nesta lista continuava inalterada nesta quinta-feira (19).
A iniciativa New7wonders, criada pelo cineasta suíço-canadense Bernard Weber, para escolher as sete novas maravilhas do mundo por votação mundial irritou autoridades egípcias quando as pirâmides -- as únicas maravilhas do mundo antigo que ainda estão de pé -- foram incluídas na competição.
"Depois de uma análise cuidadosa, a Fundação New 7 Wonders, nomeia as Pirâmides de Gizé -- as únicas das 7 Antigas Maravilhas do Mundo existentes -- como Candidatas Honorárias do concurso New7Wonders", destacou um comunicado publicado no site, acrescentando que a partir de agora não será possível escolhê-las.
"Esta decisão também levou em conta a visão do Conselho Supremo de Antigüidades do Egito e do Ministério da Cultura egípcio", acrescentou o site, reconhecendo as expressões de ultraje que marcaram a visita de Weber ao Egito, em janeiro, ao anunciar que as pirâmides estavam entre os 21 finalistas.
Depois do anúncio, o todo-poderoso das antigüidades egípcias, Zahi Hawass, disse a jornais locais que as pirâmides "são a única das sete maravilhas do mundo antigo que ainda existem. É ridículo, elas não precisam entrar numa votação".
A decisão desta quinta-feira não ajudou muito a diminuir sua raiva contra o que ele chamou de um "golpe publicitário" grosseiro. "Não pedimos nada a essa gente e rejeitamos a companhia turística que tenta escolher as sete maravilhas. Estão traindo os egípcios", disse Hawass, referindo-se à organização de Weber.
Ex-assistente do cineasta italiano Federico Fellini, Weber lançou o site www.new7wonders.com, onde que os internautas podem escolher as "novas sete maravilhas" do mundo. As sete maravilhas antigas foram escolhidas pelo historiador grego Heródoto e incluía os jardins suspensos da Babilônia, a estátua de Zeus em Olímpia, o Colosso de Rodes e o farol de Alexandria.
Entre os outros 21 candidatos da competição para as Novas Sete Maravilhas estão o templo Angkor Wat, no Camboja, a Torre Eiffel em Paris, a Acrópole de Atenas, o Taj Mahal na Índia e a Grande Muralha da China.
Os resultados da votação serão anunciados em 7 de julho, em Lisboa.

quarta-feira, abril 18, 2007

80 dos maiores peritos criminais revelam suas técnicas de

Com o lançamento da Prestígio Editorial leitor descobrirá
por que “todo contato deixa um vestígio”

O que é verdade e o que é exagero ficcional nas séries de investigações criminais? Intrigada com essa questão, a escritora americana Connie Fletcher entrevistou 80 especialistas forenses cobrindo os vários estágios que envolvem a investigação de um crime: da descoberta do corpo ao veredicto final no julgamento. Seu minucioso trabalho resultou no livro Não existe crime perfeito - Todo contato deixa um vestígio, lançamento da Prestígio Editorial.

Fletcher dá voz aos protagonistas da vida real da investigação criminal. O livro é uma transcrição dos relatos, freqüentemente comoventes, colhidos nas entrevistas que a autora teve com esses profissionais da ciência forense, que combina criminalística e medicina legal. Eles falam de forma clara e didática sobre suas especializações, a cena de um crime e o que foi feito a partir da premissa de que “todo contato deixa um vestígio”.

Diferente do que se imagina desses profissionais, os leitores irão constatar que eles são divertidos e bem-humorados. “Jamais esperei que eles fossem bons contadores de histórias. Mas ouvi analistas de DNA contando histórias fascinantes a partir de uma mancha de sangue, antropólogos fazendo poesia a respeito de como você pode perceber os traumas da vida de uma pessoa em seu esqueleto e analistas residuais fazendo narrativas de parar o coração sobre serial killers pegos por um fragmento de tinta”, diz a autora.

Os capítulos são apresentados de acordo com as etapas do trabalho investigativo, começando pela análise do local do crime onde são coletadas evidências. O livro segue apresentando como transcorre a interpretação do local do crime, a análise de microvestígios e a coleta de evidências registradas no corpo que “fala após a morte. Ele está literalmente morrendo de vontade de lhe contar o que aconteceu com ele”. O comentário é de um médico legista de Nova Jersey.

O leitor também conhecerá as etapas que acontecem fora da cena do crime, como o difícil trabalho de identificação do DNA e o que pode ser feito num laboratório criminal. Os peritos comentam, ainda, a investigação a partir de casos arquivados e os seus testemunhos no tribunal, tido para muitos como o clímax de seus trabalhos.

Além de saciar curiosidades técnicas das investigações, o leitor irá se divertir conhecendo um pouco mais o perfil dos peritos e os jargões usados no meio. Piadas sobre policiais são constantes, evidenciando que há uma rixa entre essas duas classes nos Estados Unidos. “Um modo eficiente de afastar policiais curiosos do local é dar-lhes pás e pedir para ajudarem a limpar a neve. De repente eles somem porque entenderam que talvez tenham que trabalhar”, ensina um técnico em evidências.

A versão em português do livro foi tecnicamente revisada pelo diretor dos laboratórios forenses do Instituto de Criminalística de São Paulo, Osvaldo Negrini Neto.

Sobre a autora
Connie Flechter é doutora em literatura inglesa e professora de jornalismo investigativo na Universidade Loyola de Chicago. Flechter é autora de quatro livros sobre o trabalho de policiais, sendo Não existe crime perfeito o primeiro a abordar a rotina da investigação forense.

Sobre a editora A Prestígio Editorial é um selo da Ediouro Publicações e reúne os títulos de Saúde, Comportamento, Desenvolvimento Pessoal, Séries de TV, além da Moderna Literatura.

-----------------------------------------------------------
Ficha Técnica:


Livro: Não existe crime perfeito - Todo contato deixa um vestígio
Autor: Connie Flechter
Tradução: Roberto Argus
Nº Pág.: 384
Preço: R$ 39,90
www.ediouro.com.br/prestigio
Serviço de Atendimento ao Leitor: (21) 3882-8416

sábado, abril 14, 2007

Massa diz que não vai dar espaço a Hamilton


Felipe Massa disse que não vai dar espaço para Lewis Hamilton, o Robinho da Fórmula 1, na largada do GP do Bahrein, neste domingo. No GP da Malásia, no último domingo, o brasileiro perdeu a primeira posição para a revelação da McLaren logo na segunda curva e errou ao tentar dar o troco. - Tenho que fazer uma boa largada e não dar espaço para o Hamilton. O último domingo não foi um bom dia para nós. A McLaren mostrou um ritmo de corrida incrível e não conseguimos mostrar nosso potencial porque estávamos sempre atrás de outros carros. Vamos mostrar um ritmo muito melhor aqui no Bahrein – diz Massa, em entrevista ao site da revista inglesa "Autosport".A Rede Globo transmite a corrida, no domingo, com narração de Cléber Machado, comentários de Reginaldo Leme e Luciano Burti, e reportagens de Carlos Gil.